A neurociência deve ir para a sala de aula

A neurociência deve ir para a sala de aula

TODOS SABEM que a Escola Soletrar entende o processo do letramento como uma junção de símbolos, com sentido, usando o SENSORIAL.

Como isso acontece via FONÉTICA, método usado em nossa Escola há 18 anos, a SONORIDADE aproxima e facilita a compreensão de cada letra que corresponde a um som. Assim abrem-se possibilidades de COMBINAÇÕES chamadas HIPÓTESES DE ESCRITA.

Tudo PENSADO, envolvido numa atmosfera lúdica dentro de um “processo que leve a ESCREVER E LER” de forma NATURAL (pelo decifrar das pistas sonoras).

INVESTIR na “brincadeira de combinações” é fazer uso do pensamento e do sensorial FAVORECENDO a aproximação do processo da leitura, valorizando cada ganho, cada pseudoleitura, cada movimento e sonorização.

Os potenciais são explorados desde o mini-maternal, onde as letras, “estáveis dos nomes próprios”, vão sendo diariamente assimiladas e cada tentativa de grafema, cada reconhecimento e produção sonora vai recebendo sua correspondência fonética, além do visual acomodar a grafia (com diferentes e envolventes desafios).

Esse processo ao longo do tempo faz com que as crianças fiquem íntimas, ganhem confiança e criem suas próprias “pistas de aprendizagem”, que garantirão SEGURANÇA e compreensão do MECANISMO DA ESCRITA E LEITURA, afinal… Quem escreve consegue ler e quem lê consegue escrever, pois os “sons” serão os mesmos (num apoio verbal a partir da memória auditiva fonética/fonológica e da memória visual por simbolização gráfica).

Dir. Coord. Adriana (Fonoaudióloga e Psicopedagoga)

http://revistaepoca.globo.com/ideias/noticia/2012/08/stanislas-dehaene-neurociencia-deve-ir-para-sala-de-aula.html

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