Quem Somos

A Escola

A Escola Soletrar se especializou em trabalhar com crianças de 4 meses a 6 anos.
Tendo este desafio – EDUCAR – a Soletrar interage com as crianças e com seus familiares, priorizando o desenvolvimento saudável.
Buscando técnicas e materiais pedagógicos adequados à faixa etária; eficazes e que despertem nas crianças à vontade de APRENDER (falar, brincar, estar em grupo, ler, escrever, superar desafios…).
De forma continuada, o processo é diário.
Cada novo desafio, cada nova idéia, cada nova criação o aprendiz é convidado a interagir e partilhar suas novas descobertas e aprendizagens.
O grupo participa ativamente do processo.
Com isto, o ambiente alfabetizador vai sendo explorado e as contribuições vão se tornando cada vez mais significativas.
As referências culturais e sociais vão norteando os aprendizes e as referências pessoais acabam se misturando e ganhando novo sentido.
Assim, o social soma positivamente na vida de cada aprendiz.

Nossa Proposta Pedagógica

Quando falamos em educação para crianças pequenas, torna-se impossível separar os conceitos de EDUCAR e CUIDAR.
Tudo que é feito na Educação Infantil deve ter cuidado redobrado, uma vez que as crianças bem pequenas dependem dos adultos para realizar algumas tarefas.
O cuidado com o espaço físico, a seleção de atividades para que estas sejam significativas e a afetividade são condutas que devem sempre estar presentes.
As atividades diárias, que aparentemente são apenas cuidar (troca, alimentação, banho…) trazem elementos muito favoráveis a interação adulto/criança. Durante estas atividades é possível EDUCAR.
Na troca de fralda ou no banho, o cuidado na escolha de uma música, o conversar com a criança nomeando as partes do corpo, o toque, são estratégias do cuidar/educar.
A Soletrar se preocupa com a formação integral das crianças, propondo atividades adequadas à faixa etária, que desenvolvem os aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.
Nossa metodologia de trabalho está pautada nas teorias de Piaget, Vygotsky e Emília Ferreiro.
As atividades são envolventes e significativas e estão de acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil.
Através de jogos e brincadeiras as crianças são estimuladas a pensar, cooperar, trocar e respeitar – valores indispensáveis para sua formação.
Nosso objetivo principal é desenvolver na criança uma postura crítica, participativa e dialógica.

A Alfabetização na Escola

Alfabetização na Educação Infantil da Soletrar CONVIDA, INSTIGA, LEVA a criança a querer aprender….
Interagindo, construindo, as crianças vão descobrindo as “coisas do mundo”, dentre elas as LETRAS: O mundo letrado vai sendo desvendado por HIPÓTESES…
A criança vai se interessando pelas letras, num processo significativo: ela se interessa inicialmente por sons, letras que fazem sentido na vida delas, como o
PRÓPRIO nome e depois as letras de familiares e objetos (coisas que significam muito em suas vidas).
Isto é o que chamamos de “centro de interesse” e é a partir destes relatos,que as dinâmicas escolares acontecem.
Cada letra passa por um processo de sondagem num jogo de hipóteses.
Primeiramente a criança valoriza o “PAPEL DE ESCRITOR”, IMITANDO O ADULTO NUMA TENTATIVA DE GRAFIA RÁPIDA” (movimento que se assemelha aos traços do eletroencefalograma – ziguezague alinhedo ou dasalinhado). Depois representa letra por bolas e/ou desenhos.
O passo seguinte ela arrisca traços que se assemelham as letras do alfabeto.
Depois, num processo mais avançado, escolhem; ouvem uma letra e tentam decodificar cada uma, escrevendo letra a letra, numa tentativa, de acerto e
erro e depois, concomitantemente com o processo de letramento, a criança passa a dominar o código da escrita a escrever decodificar, fazendo o trabalho de análise síntese = LEITURA/ESCRITA.
Obviamente que este é um resumo do que chamamos de níveis; estágios que a criança vai passando a medida que o código vai fazendo sentido e ganhando espaço e significado na vida delas.
O adulto tem um papel importante neste processo: Ele convida a criança; é modelo dela (com isso a criança tem mais vontade de “entrar neste papel”).
Um processo rico de acertos e erros importantes para afirmação de um leitor e um escritor cheio de CONFIANÇA (importante que a criança se sinta um BOM escritor e um BOM leitor, para que arrisque – sem medo de errar. Cada tentativa é uma possibilidade de acerto e aprender tem que ter exatamente este movimento)!

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